Se eu resumisse o que penso da vida em uma frase, seria a que acima intitula este texto.

Sou Robson Fridman Martins. Negro. Natural de São Paulo e em Londrina desde 98. Filho de Antonio Carlos Martins, também paulista. E de Franscisca Nersi da Conceição Silva Martins, de nome longo, bem como a distância que a separa de sua terra natal, Alagoas.

Eles e meu irmão Rodrigo Fridman Martins, formam a base familiar pela qual fui criado e educado. Recebi, recebo e expresso amor e carinho nessa relação que julgo ser fundamental. Além disso, já no ventre de minha mãe, batia um coração corintiano.

Meu sonho era ser jogador de futebol. Na infância vários ídolos me inspiravam. Marcelinho carioca, Neto, Romário. Na adolescência, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Robinho (que também é meu apelido) e Tevez. Porém, esse sonho nunca se tornou realidade. Por quais motivos? Talvez por nunca ter feito uma peneira de futebol! Talvez seja isso, quem sabe?

Se não realizei o desejo de me tornar um boleiro profissional, decidi trilhar em busca de outro sonho. Ser um jornalista esportivo, especialista em futebol.

Aos 27 anos, sou maduro o suficiente para compreender que o futuro é o resultado das escolhas que fazemos hoje. Umas dessas escolhas foi o curso de jornalismo. Dessa escolha, quero, num futuro, próximo conquistar este anseio de, somados o conhecimento acadêmico e de horas e horas assistindo, lendo, comentando, criticando futebol, me tornar um especialista em jornalismo esportivo. O caminho é longo até lá, mas não desistirei.

Não desistir faz parte de meus valores religiosos que gostaria de compartilhar com vocês.

Sou católico, faço parte do movimento Renovação Carismática Católica, que para alguns se trata da extrema direita conservadora da igreja; para outros, a extrema esquerda revolucionária. Já para mim, é o lugar onde aprendo a amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a mim mesmo. Lugar onde encontrei o sentido para minha vida. Sentido que tem um nome e, se chama Jesus Cristo!

Por fim, expresso toda minha alegria em fazer parte deste sonho, deste projeto. Desta mistura de gostos, de opiniões, de algumas semelhanças sim, porém com um cardápio repleto de diferenças entre nós. As diferenças não nos afastam, mas que nos completam. Faço parte do Grupo dos Cinco. Cinco amigos.